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Os Estados Unidos já ultrapassou a China e a Itália, com mais de 81 mil casos, os números de mortes já passam de mil. Nova Iorque e Nova Orleans são as áreas com mais casos e enfrentam dificuldades com pouco ventiladores mecânicos e mascaras para os médicos. 

Os cientistas já vinham alertando o governo sobre a explosão de casos, as  medidas mais substanciais foram adotadas por lá nas ultimas semanas, como o aumento dos números de testagem.

Donald Trump enviou cartas para a população orientando as pessoas fiquem em casa, sempre que possível, evitem trabalhar doentes, não mantenham contato com os idosos e não tenham encontros sociais com mais de 10 pessoas. As recomendações foram validadas pelo Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

A carta tem trechos como, “Mesmo se você for jovem, ou saudável, você está em risco e suas atitudes podem aumentar o risco para outras pessoas”, “É importante que você faça sua parte para reduzir o espalhamento do corona vírus.”

No país, foram 304,8 mil casos em duas semanas. No total desde o começo da crise, foram 614 mil casos e 34 mil mortes.

Metade, portanto, de todos os novos casos ocorreram apenas em duas semanas. Nesse mesmo período, os EUA registraram 295 mil novos casos, contra 123 mil na Rússia. No mundo, os últimos 14 dias registraram 1,5 milhão de novos diagnósticos positivos. Ou seja, 20% de todos os novos casos no mundo ocorreram no Brasil.

O país, porém, tem apenas 2,7% da população mundial. Em termos gerais, o maior número de casos da covid-19 continua sendo registrado nos EUA, com 1,8 milhão de pessoas infectadas e 108 mil mortos.

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