Vírus

Com estudos cada vez mais voltados ao coronavírus, os cientistas têm descoberto mais e mais informações que possam ser úteis nessa batalha contra a doença que preocupa toda a população mundial. foi publicado um estudo realizado pelo Laboratório Nacional Los Alamos, e acontece que os cientistas identificaram uma nova cepa do coronavírus que se tornou dominante em todo o mundo e parece ser mais contagiosa do que as versões que se espalharam nos primeiros dias da pandemia.

10 descobertas sobre o coronavírus:

  1. Até o final de fevereiro, a idade média das pessoas com COVID-19, na China, era de 51 anos. Sendo que a maioria, o que representa cerca de 78% dos casos, eram pessoas entre 30 e 69 anos;
  2. Estima-se que os morcegos foram a primeira fonte desse novo coronavírus, mas não está claro ainda que espécie de animal serviu de “hospedeiro intermediário”, ou seja, aquele que transmitiu o vírus aos seres humanos;
  3. COVID-19 é, primordialmente, transmitido através de “contato desprotegido próximo”. No entanto, o relatório defende que a propagação no ar “não é considerada uma das principais causas de transmissão”;
  4. A disseminação de humano para humano na China “está ocorrendo em grande parte nas famílias”, que são ambientes de convívio privado, onde as pessoas mais se descuidam por se julgarem protegidas. O relatório ainda acrescenta que 78% a 85% dos “aglomerados” de casos de coronavírus estavam em famílias;
  5. O SARS-CoV-19 “é um patógeno recém-identificado” e “não há imunidade preexistente conhecida em humanos”, afirma o relatório. Em outras palavras, “todo mundo é considerado suscetível, embora possa haver fatores de risco aumentando a suscetibilidade à infecção”;
  6. Para pessoas menores de 18 anos, “existe uma taxa de ataque relativamente baixa”, argumenta o relatório com base nos dados chineses. Por exemplo, não foi encontrado nenhum caso positivo de coronavírus em crianças em Wuhan em novembro, dezembro ou nas duas primeiras semanas de janeiro. Além disso, o relatório afirma que as fontes entrevistadas pelos pesquisadores “não conseguiam se lembrar” de casos em que uma criança transmitia o vírus a um adulto;
  7. Os sintomas do COVID-19 podem variar de nenhum sintoma “a pneumonia grave e morte”. Em média, problemas respiratórios leves e febre começam cinco a seis dias após a infecção, segundo o relatório.
  8. Nos mais de 55.000 casos chineses estudados, os sintomas incluíam: febre (87,9%), tosse seca (67,7%), fadiga (38,1%), produção de muco do sistema respiratório (33,4%), falta de ar (18,6%), dor de garganta (13,9%), dor de cabeça (13,6%) e calafrios (11,4%)
  9. Cerca de 80% dos pacientes confirmados tiveram casos leves a moderados de COVID-19, sendo que, somente, 13,8% tiveram casos graves e 6,1% foram considerados críticos, com insuficiência respiratória e falência de múltiplos órgãos;
  10. Quanto às condições pré-existentes e idade que mais alteram a gravidade da infecção, os cientistas chegaram à conclusão de que pessoas com mais de 60 anos e pacientes “com condições subjacentes, como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas e câncer” correm um risco maior de ficar gravemente ou fatalmente com COVID-19. Já nas crianças, a doença “parece ser relativamente rara e leve”, com apenas 2,5% dos casos em crianças sendo considerados graves e 0,2% críticos.

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