Cuba

Cuba busca mudar favoravelmente o rumo da pandemia e alcançar o pico de transmissão antes do previsto. Até quarta-feira, a ilha acumulava 1.467 casos do novo coronavírus, com 58 mortes, desde que os primeiros pacientes testados positivamente para a doença foram registrados em 11 de março, um número muito menor que o de vários de seus vizinhos.

Pela 1ª vez em 130 dias, Cuba anunciou neste domingo que não há novos casos domésticos de covid-19, à medida que a maior parte do país passou para a fase final visando à retomada de atividades, com uso de máscaras e distanciamento social.

Cuba retorna lentamente ao normal. Em todo o país observa-se os efeitos dos primeiros afrouxamentos das restrições impostas para conter a disseminação do coronavírus, o que inclui, a partir desta sexta-feira, também a capital, Havana. Dentro do cronograma do governo, está previsto um retorno “gradual e assimétrico” em três fases.

As notícias de que esse mesmo medicamento é usado para o tratamento de HIV é falsa. De acordo com o infectologista Carlos Starling, isso nunca aconteceu. “O Interferon alfa já foi utilizado para tratamentos de hepatite C, mas nunca para HIV”, informa. “É um medicamento que caiu há muito tempo. Hoje é só utilizado em casos muitos específicos”, informa.

O vice-primeiro ministro mencionou outras providências essenciais, como a disponibilidade técnica de ambulâncias, que em algumas províncias cubanas é pequena e, portanto, o apoio de outro tipo de transporte deve ser fornecido para a transferência de doentes. Também ressaltou a possibilidade de aumentar as consultas sobre sintomas respiratórios e a necessidade de os médicos determinarem as etapas a serem seguidas em cada caso, para não sobrecarregar o sistema de saúde do país.

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