platô

O Brasil conseguiu alcançar o tão esperado platô na curva de coronavírus, tanto no número de novos casos confirmados quanto de óbitos. Desde o primeiro caso confirmado da doença em 26 de fevereiro até o final de junho, o país registrou aumento constante da média móvel de novos casos. A partir de 28 de junho, a média móvel se estabilizou entre 36.000 e 38.000.

O Brasil é hoje o 2° país do mundo mais afetado pela pandemia, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo a universidade Johns Hopkins.

Foi em São Paulo, em 26 de fevereiro, que o primeiro caso da doença foi confirmado no país. A primeira morte ocorreu no dia 17 de março, também em São Paulo. Três meses depois, a pandemia ainda não dá trégua. Nesta terça-feira (16), o Brasil registrou o recorde de novos casos registrados em 24 horas: 34.918. O país soma 923.189 infectados com o novo coronavírus e 45.241 óbitos causados pela doença.

Nas últimas semanas, o coronavírus tem ganhado mais velocidade em Estados do Sul, do Centro-Oeste e em parte do Sudeste. Esses locais pareciam ter sido mais poupados no começo da pandemia, mas as decisões dos gestores locais sobre suas políticas de gestão da epidemia e o platô do aumento característico de doenças respiratórias durante o inverno nessas regiões ―que começou no fim do mês de junho― são algumas variáveis que impulsionam o crescimento.

O Brasil é o país latino-americano que registra mais infecções por coronavírus. E está em terceiro no ranking mundial de número de casos e mortes, atrás apenas dos Estados Unidos e do Reino Unido.

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